Quando comecei a automatizar minhas operações com criptomoedas, me deparei logo com uma dúvida: quais pares de trading devo priorizar e como tomar essa decisão para minha rotina de robôs? Me lembro bem da sensação de olhar dezenas, até centenas de pares disponíveis em exchanges, pensando que escolher bem poderia impactar tanto o controle de risco quanto os meus resultados. Ao longo do tempo, fui aprendendo a montar meus filtros e estratégias, sempre ajustando com base no que realmente fazia sentido para o meu perfil e objetivos. E é disso que vou falar aqui.
Por que a escolha do par de trading faz diferença?
A primeira vez que vi meu robô operando em diversos pares, ficou claro que os resultados variavam bastante. Não é por acaso. Cada par de trading tem suas características: liquidez, volatilidade, volume negociado, taxas e movimento de preço, por exemplo. Escolher bem pode ser o diferencial entre lucros constantes ou uma experiência frustrante na automação.
Eu percebi que criar critérios com base em dados concretos fazia toda a diferença, e plataformas como a BlendBot ajudam muito justamente por oferecer a opção de acompanhar vários pares ao mesmo tempo, além de trazer estatísticas e históricos com rapidez.
Como eu comecei a selecionar meus pares
Antes de pensar em robôs e automação, passei um bom período acompanhando gráficos e estudando relatórios de desempenho dos pares mais negociados. O principal aprendizado: pares populares tendem a ser mais "seguros", não por oferecerem apenas lucro, mas porque têm maior liquidez e menos variações inesperadas no livro de ofertas.
Nada substitui a análise criteriosa antes de automatizar.
Aos poucos, criei uma espécie de checklist que sempre me ajudou:
- Verificar a liquidez média diária do par
- Acompanhar a volatilidade nos horários em que costumo operar
- Buscar tendências ou padrões que favoreçam o estilo do meu robô
- Testar com valores pequenos antes de rodar grandes volumes
- Ajustar meu filtro ao longo do tempo, usando registros e estatísticas próprias
Critérios práticos para ordenar seus pares na automação
A prática ensinou que não adianta escolher apenas pelo nome conhecido ou moda do momento. O segredo está em construir uma ordem de priorização baseada em critérios claros e dados atualizados.
Vou listar quais fatores considero mais relevantes, sempre adaptando para a realidade da minha operação (e que você pode também, no BlendBot, ajustar como quiser):
- Liquidez: pares com grande volume diário trazem menor risco de "slippage" e ordens não executadas. Sempre olho o histórico dos últimos dias, não apenas de ontem.
- Baixo spread: quanto menor a diferença entre compra e venda, menor o custo indireto da operação. Costumo classificar os pares e evitar os que têm spread muito aberto.
- Volatilidade percentual alinhada com meu perfil: se o robô busca movimentos rápidos, priorizo pares mais voláteis. Se o foco é estabilidade, o contrário vale mais.
- Taxas da exchange: alguns pares têm tarifas diferentes, especialmente em exchanges internacionais. Isso pode corroer lucros em operações curtas.
- Horários de pico: operações automatizadas funcionam 24 horas, mas notei que alguns pares "acordam" em horários específicos, e isso muda o jogo.
Esses critérios me ajudam a montar um ranking, atualizado pelo menos uma vez por semana. Assim, ajusto a atuação dos robôs da BlendBot sem ficar preso em escolhas antigas.
Como usar dados para tomar decisões rápidas
Hoje em dia, não abro mão de usar planilhas e dashboards para analisar os pares do meu interesse. Ter acesso a informações de volume, candlesticks, spread e profundidade do livro de ofertas faz toda diferença. Mesmo que a plataforma de trade automático ofereça filtros prontos, gosto de personalizar conforme o perfil dos meus robôs. Isso se tornou ainda mais fácil com ferramentas como a BlendBot, já que consigo cadastrar meus robôs, acompanhar a performance em várias exchanges e ir ajustando aos poucos. Descobri que testar meus critérios em contas demo ou períodos de teste, como o gratuito da BlendBot, é uma ótima forma de ajustar as estratégias sem risco inicial.

Social trading e análise coletiva
Algo que mudou bastante minha visão foi participar de comunidades de social trading. Quando a plataforma permite acompanhar ou até mesmo copiar estratégias validadas por outros traders, como acontece no BlendBot, é possível descobrir pares promissores antes de virarem moda. Eu costumo olhar os pares mais utilizados nos bots mais bem ranqueados e cruzar essas informações com os meus critérios. Assim, reduzo o erro de análise isolada e tenho insights mais consistentes para priorizar os próximos robôs.
Gestão de risco ao priorizar seus pares
Todo mundo já viu histórias de quem apostou tudo em um único ativo e acabou se arrependendo. Priorização de pares também é um recurso de gestão de risco. Não adianta buscar o próximo grande salto se esqueço de espalhar o risco em diferentes ativos e tipos de movimentação.
Dividir meu capital entre diferentes pares, com pesos maiores para aqueles que apresentam os melhores resultados em meus testes, trouxe mais equilíbrio e previsibilidade nos resultados. Só assim consegui manter o controle emocional e operar os robôs com mais tranquilidade.

Como testar e ajustar sua priorização na prática
Para quem está começando, minha dica principal é usar períodos de teste para validar todas as decisões antes de rodar grande parte do capital. A BlendBot, por exemplo, oferece testes gratuitos que permitem experimentar a priorização na prática, ajustando critérios e acompanhando a evolução do portfólio ao longo do tempo.
Se sentir insegurança, busque material de apoio. Existe um tutorial completo no site da BlendBot que me ajudou nos primeiros passos, inclusive para cadastrar bots, usar filtros e iniciar a automatização.
Reavalie seus pares periodicamente
Um erro comum que vejo é montar uma ordem de prioridade de pares num determinado mês e nunca mais tocar no assunto. O mercado de criptomoedas é bem dinâmico, e aquele par promissor de semanas atrás pode já não ser a melhor opção hoje. Por isso, mantenho uma rotina em que, pelo menos a cada quinze dias, reviso meus dados e atualizo a lista de pares dos meus bots.
Rotina e atualização constante são chaves para bons resultados com automação.
Além disso, acompanho novidades, alterações de taxas e até os novos ativos listados, sempre de olho nos Termos de Serviço da BlendBot (leia os termos aqui), pois os pares disponíveis podem mudar conforme essas políticas.
Conclusão
Na minha caminhada com automação, ficou claro que priorizar pares de trading não é uma tarefa única nem estática, e sim um processo que requer ajustes, testes e acompanhamento. Basear as escolhas em dados e critérios consistentes, aproveitando recursos e comunidades como os oferecidos pela BlendBot, ajuda a manter mais controle, segurança e previsibilidade nos resultados dos seus robôs. Aproveite para experimentar períodos de teste e nunca pare de ajustar sua lista de prioridades – os bons resultados vêm com consistência e disciplina.
Se você ainda não experimentou, recomendo conhecer a plataforma da BlendBot, onde é possível criar seu bot do zero, revisar o desempenho dos pares, ou até mesmo entrar e começar agora mesmo (abra sua conta de robô aqui). Caso tenha dúvidas específicas ou queira compartilhar sua experiência, o canal de contato está sempre aberto através do formulário de contato oficial.
Perguntas frequentes sobre priorização de pares de trading
O que são pares de trading?
Pares de trading são representações de dois ativos negociados entre si em uma exchange, como BTC/USDT. O primeiro ativo é o que você compra ou vende, e o segundo é a moeda de referência para o preço.
Como escolher os melhores pares de trading?
Eu recomendo avaliar fatores como liquidez, volatilidade, volume negociado, taxas envolvidas e adequação do par ao seu perfil e objetivos de estratégia. Utilizar plataformas com filtros, como a BlendBot, ajuda a identificar rapidamente os pares mais alinhados ao seu planejamento.
Vale a pena automatizar a escolha dos pares?
Automatizar a seleção dos pares permite responder com mais rapidez às mudanças do mercado e exige menos esforço manual, especialmente para quem opera vários bots ou deseja diversificar capital. Usando ferramentas que monitoram dados em tempo real é possível ajustar a priorização sempre que necessário.
Quais indicadores ajudam na priorização dos pares?
Indicadores mais comuns incluem volume negociado, liquidez, volatilidade histórica, spread entre compra e venda, taxa de sucesso de operações históricas e até horários de maior movimento. Com esses dados em mãos, fica fácil montar uma lista de prioridade para seus robôs.
Onde encontrar dados sobre pares de trading?
Os dados podem ser encontrados diretamente em dashboards das exchanges, em plataformas de automação como a BlendBot, ou em sites de estatísticas de criptomoedas. Use sempre fontes confiáveis para garantir a qualidade da análise e atualização das informações. Se você já tem conta, pode acessar a área de login para consultar seus próprios resultados e históricos.
